Em tempo, quando alguém se espanta com os problemas crônicos de trânsito na capital, eu logo vou perguntando: "- O que vc quer? Coloca-se 7 milhões de idiotas motorizados nas ruas ao mesmo tempo em um raio de 40 km e quer que isso dê certo?" NADA MAIS DEMOCRÁTICO NESTE MUNDO, DO QUE A POBREZA.
Em tempo, quando alguém se espanta com os problemas crônicos de trânsito na capital, eu logo vou perguntando: "- O que vc quer? Coloca-se 7 milhões de idiotas motorizados nas ruas ao mesmo tempo em um raio de 40 km e quer que isso dê certo?" 


um angulo de planeio de 30:1 - ou seja, a cada metro que desce, avança 30. Era uma delícia depois de ficar sob nuvens - jamais se deve entrar nelas com planador - fazer a volta de pista, pegar a perna do vento, aproximar da cabeceira com o freio aerodinâmico aberto, glissar um bocadito, nivelar o bicho a 1 metro do chão, fechar o freio aerodinâmico, botar o manche delicadamente para a frente e fazer o bicho enfrentar o floating e tocar com a roda no asfalto. Naquela época em Rio Preto, por ter que desocupar logo a pista em função dos aviões comerciais cujos pilotos infernizavam a vida das torres por causa dos planadores, todo mundo emagrecia um bocado com o esforço de empurrar, já que nem sempre tinha um veículo para rebocar na pista os Nhapecan.
Meu pai foi na mosca, quando me visitou. Prevendo minha recusa em vir a Campinas ajudá-lo num trabalho de dois meses que tinha que realizar, na mesa do almoço tirou do bolso um pacote de dinheiro que eu nem mais me lembrava quando tinha visto um igual. Duro e endividado, apesar de trabalhar na Rádio Clube de Pouso Alegre no sul de Minas e ser dono do Serviço de Som da Rodoviária, não tive alternativa. Na época, (1978) a cidade tinha pouco mais de 60 mil habitantes e eu, muitos problemas. Claro que aceitei. Pedi para um amigo "gerenciar" o som e consegui uma licença não remunerada na rádio. Em Campinas, fui morar numa pensão no Guanabara. Era de um casal, Dona Paula e Seu Romeu. Num dos primeiros dias, fiquei um tempo sentado na sala vendo TV. No outro sofá, um homem de seus 30 anos, cabelo cortado à militar, prestava uma atenção danada na televisão. Num intervalo, ele olhou para mim e disse, com ar sério: "- Os homens estão chegando. Cuidado!" Sem entender, perguntei quem estava chegando e ele, fazendo cara de confidência, meio que assoprou: "-Os alienígenas! Os homens do espaço!" Percebi algo estranho, é claro, mas me calei. Dona Paula, que presenciou a conversa, logo que ele saiu da sala me chamou à copa e contou a incrível história desse homem. Era filho dela e se chamava Helio, ou melhor: Helinho. Funcionário da FEPASA, lotado na Capital, até alguns anos atrás. Tinha um bom cargo e acabara de ganhar uma promoção como chefe de um setor da Contabilidade da Empresa. Era bastante inteligente e competente, disse a mãe. Logo em seguida à promoção, ficou noivo. Muito trabalhador, fazia longos serões. Num sábado, avisou a noiva que não iria namorar, porque tinha que adiantar um trabalho até altas horas. Mas por volta de 9 da noite conseguiu terminar e resolveu passar na casa dela, apenas para dar um beijo e ir dormir. Helinho era de uma geração que nutria um grande respeito a tudo. Ao bater, ela não estava. "-Foi ao cinema" explicaram os familiares. Ele deu-se por contente e se despediu. Entretanto, o amor era mais forte e resolveu esperar na rua a noiva chegar do cinema, para lhe dar o tal beijo e ir embora de vez, descansar. Naquele tempo, a iluminação era fraca e havia muitas árvores frondosas na rua. Helinho ficou, discretamente, sob uma dessas árvores. Não demorou muito e a noiva chegou. Estava num táxi. Quando pensou em correr para abrir a porta, eis que percebeu que a moça estava beijando sofregamente o taxista. Hirto de surpresa, ficou sem reação, vendo o beijo evoluir para um coito apaixonado ali mesmo, dentro do carro. Antes do fato consumado, Helinho saiu discretamente e foi embora. No domingo, foi à casa da noiva, entregou a aliança, devolveu os presentes mais caros e encerrou o relacionamento ali mesmo.

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A cidade se esparrama por sobre a serra, modorrenta, com um sol a pino a determinar o canto sincopado das galinhas poedeiras nos arborizados quintais. Na varanda, dona Amélia cuida dos detalhes de um complicado vestido, um porre para passar a ferro. Entretanto, na estante daquele galpão que é garagem e área de serviço, um rabo-quente, aqueles velhos mas honestos radinhos AM
solta a quem quiser ouvir, Brindisi.O tenor e as sopranos enchem a tarde com suas notas melodiosas. La –lá, La-la-lá, lala-lá, lari lá larilá, larilá, lalá...A minha infância querida, foi marcada e bem marcada por Brindisi. Graças a Verdi e a Deus.
Essas estruturas todas, colossais, celestiais, abissais, indevassáveis. Quando penso estar à margem, eis que me vejo no meio. Ao imaginar-me inserido, sou a exclusão. Me surpreendo raso, mas as pessoas me enxergam profundo. Mas quando me sinto largo, eis que me bate à porta a mais singela estreiteza. A oferta de pérolas precisa ser repensada, isso é ancestral. E toda certeza deve ser relativa. O sol nascerá hoje também, mas só para os vivos. Os mortos pouco se importarão com o sol. E há mortos e mortos. Vivos e vivos. E há vivos mortos e há mortos vivos. Com nenhum deles o sol se importa. Ele apenas nasce.
na rua deserta, na janela fechada, nas roupas do varal, no silêncio da garota, na pelada dos adolescentes na bucólica tarde da pracinha, nas minhas saudades, no futuro incerto, na esperança, nas minhas certezas e muito mais nas minhas dúvidas?
-Pronto!
Como diria aquele personagem do saudoso Chico Anysio (A Globo matou ele em vida) "-tudo é muito relatiiiiivo." Me lembro que antigamente, as pessoas morriam de coisas pelas quais hoje já não se morre mais. Me lembro que a maioria (maioria sim) das crianças e até dos adolescentes, andava descalça, sapato era um troço prá lá de caro. Me lembro que só tinha asfalto ou rua pavimentada com paralelepípedos nos centros das cidades e saindo deles, era um buraco só, tudo na terra nua. Me lembro também que roupa era um troço muito caro. Tão caro, que o uniforme da escola era usado por todos da família até ficar todo rustido. Me lembro que a gente se reunia numa pequena multidão de 30 ou 40 pessoas de todo o bairro para assisitir televisão na casa do dono da mercearia, o único que teve cacife para comprar uma. Eram aquelas TVs Colorado, que de colorido só tinham o nome, uma vez que a imagem era em preto e branco mesmo. Me lembro de quando o fusca chegou. Achavam que ia ser o maior fiasco, por ser muito pequeno, apertado e desconfortável. Me lembro que as pessoas eram muito mais magras do que hoje. Comiam menos, talvez. E faziam mais esforço, não tinha nada automatizado. Me lembro que as casas tinham grandes quintais e que em muitas, o banheiro eram as belas e vistosas bananeiras, talvez adubadas à força com os dejetos das pessoas. Me lembro de muito mais. Me lembro que os carros quebravam muito, principalmente os sem partida, com manivela, tipo forde-bigode. Me lembro que a maior parte das cidades era iluminada a lampião, especialmente na periferia. Era um cheiro de querosene lascado. Me lembro que as casas tinham fogão a lenha e a cidade ficava com o céu cinza na hora das refeições, porque todo mundo aumentava o fogo para preparar comida. Me lembro que passar roupa com ferro a brasa era um tormento, tinha que balançar o ferro no braço para avivar as brasa dentro dele. Me lembro que rede de esgoto era um privilégio de alguns. Nas vilas e bairros mais distantes das cidades brasileiras, ele corria a céu aberto, era um forte cheiro de merda com urina no ar.Abaixo, estão relacionados alguns nomes estranhos de pessoas, registrados em cartórios de todo o Brasil. O objetivo não é de ridicularizar ninguém, mas sim de trazer uma pequena amostra da criatividade do povo brasileiro. Os nomes foram coletados a partir de listas públicas, como uma relação de segurados com nomes estranhos divulgada pelo extinto INPS na década de 80, e pesquisas em cartórios realizadas por autores de livros especializados. Vejamos os Nomes !
Abrilina Décima Nona Caçapavana Piratininga de Almeida
Acheropita Papazone
Adalgamir Marge
Adegesto Pataca
Adoração Arabites
Aeronauta Barata
Agrícola Beterraba Areia
Agrícola da Terra Fonseca
Alce Barbuda
Aldegunda Carames More
Aleluia Sarango
Alfredo Prazeirozo Texugueiro
Alma de Vera
Amado Amoroso
Amável Pinto
Amazonas Rio do Brasil Pimpão
América do Sul Brasil de Santana
Amin Amou Amado
Amor de Deus Rosales Brasil (feminino)
Anatalino Reguete
Antônio Americano do Brasil Mineiro
Antonio Buceta Agudim
Antonio Camisão
Antonio Dodói
Antonio Manso Pacífico de Oliveira Sossegado
Antonio Melhorança
Antônio Morrendo das Dores
Antonio Noites e Dias
Antônio P. Testa
Antonio Pechincha
Antônio Querido Fracasso
Antonio Treze de Junho de Mil Novecentos e Dezessete
Antônio Veado Prematuro
Apurinã da Floresta Brasileira
Araci do Precioso Sangue
Argentino Argenta
Aricléia Café Chá
Armando Nascimento de Jesus
Arquiteclínio Petrocoquínio de Andrade
Asteróide Silverio
Ava Gina (em homenagem a Ava Gardner e Gina Lolobrigida)
Bananéia Oliveira de Deus
Bandeirante do Brasil Paulistano
Barrigudinha Seleida
Bende Sande Branquinho Maracajá
Benedito Autor da Purificação
Benedito Camurça Aveludado
Benedito Frôscolo Jovino de Almeida Aimbaré Militão de Souza
Baruel de Itaparica Boré Fomi de Tucunduvá
Benigna Jarra
Benvindo Viola
Bispo de Paris
Bizarro Assada
Boaventura Torrada
Bom Filho Persegonha
Brandamente Brasil
Brasil Washington C. A. Júnior
Brígida de Samora Mora
Belderagas Piruégas de
Alfim Cerqueira Borges Cabral
Bucetildes (chamada, pelos familiares, de Dona Tide)Cafiaspirina Cruz
Capote Valente e Marimbondo da Trindade
Caius Marcius Africanus
Carabino Tiro Certo
Carlos Alberto Santíssimo Sacramento
Cantinho da Vila Alencar da Corte Real Sampaio
Carneiro de Souza e Faro
Caso Raro Yamada
Céu Azul do Sol Poente
Chananeco Vargas da Silva
Chevrolet da Silva Ford
Cincero do Nascimento
Cinconegue Washington Matos
Clarisbadeu Braz da Silva
Colapso Cardíaco da Silva
Comigo é Nove na Garrucha Trouxada
Confessoura Dornelles
Crisoprasso Compasso
Danúbio Tarada Duarte
Darcília Abraços
Carvalho Santinho
Deus Magda Silva
Deus É Infinitamente Misericordioso
Deusarina Venus de Milo
Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco
Dignatario da Ordem Imperial do Cruzeiro
Dilke de La Roque Pinho
Disney Chaplin Milhomem de Souza
Dolores Fuertes de Barriga
Dosolina Piroca Tazinasso
Drágica Broko
Ernesto Segundo da Família Lima
Esdras Esdron Eustaquio Obirapitanga
Esparadrapo Clemente de Sá
Espere em Deus Mateus
Estácio Ponta Fina Amolador
Éter Sulfúrico Amazonino Rios (socorro...)
Excelsa Teresinha do Menino Jesus da Costa e Silva
Faraó do Egito Sousa
Fedir Lenho
Felicidade do Lar Brasileiro
Finólila Piaubilina
Flávio Cavalcante Rei da Televisão
Francisco Notório Milhão
Francisco Zebedeu Sanguessuga
Francisoreia Doroteia Dorida
Fridundino Eulâmpio
Gigle Catabriga
Graciosa Rodela D'alho
Heubler Janota
Hidráulico Oliveira
Himineu Casamenticio das Dores Conjugais
Holofontina Fufucas
Homem Bom da Cunha Souto Maior
Horinando Pedroso Ramos
Hugo Madeira de Lei Aroeiro
Hypotenusa Pereira
Ilegível Inilegível
Inocêncio Coitadinho
Isabel Defensora de Jesus
Izabel Rainha de Portugal
Janeiro Fevereiro de Março Abril
João Bispo de Roma
João Cara de José
João Cólica
João da Mesma Data
João de Deus Fundador do Colto
João Meias de Golveias
João Pensa Bem
João Sem Sobrenome
Joaquim Pinto Molhadinho
José Amâncio e Seus Trinta e Nove
José Casou de Calças Curtas
José Catarrinho
José Machuca
José Maria Guardanapo
José Padre Nosso
José Teodoro Pinto Tapado
José Xixi
Jovelina Ó Rosa Cheirosa
Jotacá Dois Mil e Um Juana Mula
Júlio Santos Pé-Curto
Justiça Maria de Jesus
Lança Perfume Rodometálico de Andrade
Leão Rolando Pedreira
Leda Prazeres Amante
Letsgo Daqui (let's go)
Liberdade Igualdade
Fraternidade Nova York Rocha
Libertino Africano Nobre
Lindulfo Celidonio Calafange de Tefé
Lynildes Carapunfada Dores Fígado
Magnésia Bisurada do Patrocínio
Manganês Manganésfero Nacional
Manolo Porras y Porras
Manoel de Hora Pontual
Manoel Sovaco de Gambar
Manuel Sola de Sá Pato
Manuelina Terebentina
Capitulina de Jesus Amor Divino
Marciano Verdinho das Antenas Longas
Maria Constança Dores Pança
Maria Cristina do Pinto Magro
Maria da Cruz Rachadinho
Maria da Segunda Distração
Maria de Seu Pereira
Maria Felicidade
Maria Humilde
Maria Máquina
Maria Panela
Maria Passa Cantando
Maria Privada de Jesus
Maria Tributina Prostituta Cataerva
Maria-você-me-mata
Mário de Seu Pereira
Meirelaz Assunção
Mijardina Pinto
Mimaré Índio Brazileiro de Campos
Ministéio Salgado
Naida Navinda Navolta Pereira
Napoleão Estado do Pernambuco
Napoleão Sem Medo e Sem Mácula
Natal Carnaval
Natanael Gosmoguete de Souza
Necrotério Pereira da Silva
Novelo Fedelo
Oceano Atlântico Linhares
Olinda Barba de Jesus
Orlando Modesto Pinto
Orquerio Cassapietra
Otávio Bundasseca
Pacífico Armando Guerra
Padre Filho do Espírito Santo Amém
Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto
Paranahyba Pirapitinga Santana
Penha Pedrinha Bonitinha da Silva
Percilina Pretextata
Predileta Protestante
Peta Perpétua de Ceceta
Placenta Maricórnia da Letra Pi
Plácido e Seus Companheiros
Pombinha Guerreira Martins
Primeira Delícia Figueiredo Azevedo
Primavera Verão Outono Inverno
Produto do Amor Conjugal de Marichá e Maribel
Protestado Felix Correa
Radigunda Cercená Vicensi
Remédio Amargo
Renato Pordeus Furtado
Ressurgente Monte Santos
Restos Mortais de Catarina
Rita Marciana Arrotéia
Rocambole Simionato
Rolando Caio da Rocha
Rolando Escadabaixo
Rômulo Reme Remido Rodó
Safira Azul Esverdeada
Sansão Vagina
Sebastião Salgado Doce
Segundo Avelino Peito
Sete Chagas de Jesus e Salve Pátria
Simplício Simplório da Simplicidade Simples
Soraiadite das Duas a Primeira
Telesforo Veras
Tropicão de Almeida
Última Delícia do Casal Carvalho
Último Vaqueiro
Um Dois Três de Oliveira Quatro
Um Mesmo de Almeida
Universo Cândido
Valdir Tirado Grosso
Veneza Americana do Recife
Vicente Mais ou Menos de Souza
Vitória Carne e Osso
Vitimado José de Araújo
Vitor Hugo Tocagaita
Vivelinda CabritaVoltaire Rebelado de França
Wanslívia Heitor de Paula
Zélia Tocafundo Pinto
Os irmãos Cedilha, Vírgula, Cifra e Ponto
As irmãs Defuntina e Finadina.
As irmãs Dialinda e Noitelinda.
Os irmãos Rebostiana e Euscolástico.
Os irmãos Creio Em Deus Pai Kramer e Espírito Santo Riograndense Kramer.
O caso do pai Fredolino e do filho Merdolino.
O flamenguista fanático que batizou seus filhos com nomes do tipo: Flamena e Zicomengo.
E tem o caso dos dois irmãos chamados Zalboeno e Zauxijoane. "Zalboeno" foi montado através de combinações com o nome do Balboeno, ex-jogador de futebol da Argentina. E "Zauxijoane" é: Za (de Zalboeno), Auxi (Auxiliadora, a mãe), Joa (João, o pai) e Ne (Nordeste, a região onde nasceu).
Combinações estranhas são comuns.
Exemplos:
Kêmula Katrine, Liney Lindsay, Reimar Rainier...
E também combinações entre nomes de irmãos: Zigfrid, Zigfrida, Zingrid.
Nomes de personalidades também costumam batizar diversas pessoas pelo Brasil afora.
Exemplos:
Adolpho Hitler de Oliveira
Anjo Gabriel Rodrigues Santos
Charles Chaplin Ribeiro
Elvis Presley da Silva
Hericlapiton da Silva
Ludwig van Beethoven Silva
Maicon Jakisson de Oliveira
Marili Monrói
Marlon Brando Benedito da Silva
Sherlock Holmes da Silva
Na época do seriado Dallas, eram comuns nomes como: Pâmela, Suelen, Jotaerre, Biull...
Mas os próprios artistas não ficam atrás.
Os filhos da cantora Baby do Brasil (antigamente conhecida como Baby Consuelo) se chamam: Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Kriptus Rá Baby, Krishna Babye e Pedro Baby.
E tem o caso de uma empregada doméstica, daquelas bem simples, deu à filha o nome de Madeinusa. Quando uma pessoa da casa foi perguntá-la o motivo do nome, ela respondeu inocentemente: É que eu estava pegando suas roupas para lavar e li na etiqueta de sua camiseta a palavra "Made in USA", eu achei tão lindo...
Ainda não acabou !!!...
Há também o casal Robeto Grosso e Patricia Pinto
A moça ficou com o nome de casada: Patricia Pinto Grosso
os irmãos: Epílogo, Verso, Estrofe, Poesia e Pessoína Campos;
os irmãos: Xerox, Autenticada e Fotocópia;
os irmãos: Zigfrid, Zigfrida, Zingrid, Ingrid;
os irmãos: Orlaneide Araújo Silva e Orlanílson Araújo Silva,
os irmãos: Phebo Lux Rochester (em homenagem aos sabonetes e ao laboratório)
e Godson ("filho de Deus", em inglês)
Sem falar numa família inteira, no Sul do Brasil, cujo sobrenome é Cachorroski.
No Rio Grande do Norte, há uma família cujos nomes dos filhos são os números em francês, na ordem de nascimento:
Un Rosado, Deux Rosado, Trois Rosado, Quatre Rosado, Cinq Rosado etc. Nossa fonte não sabe ao certo quantos são, mas tem conhecimento de um Vingt Un Rosado (21)...
E tem o caso do flamenguista fanático que batizou seus filhos com nomes do tipo: Flamena e Zicomengo.
E há os clássicos erros de cartório ou mesmo dos pais, que não sabem como se escreve o nome...Há, por exemplo, uma pessoa chamada Merco (era para ser Américo...).
E tem uma mulher chamada Jafa Lei. O diálogo no cartório: "Qual o nome?" "Já falei..."
E como é difícil acertar o nome Washington. Tem Uoston, Woxington e Oazinguiton...
Casamentos costumam render belos sobrenomes.
Uma moça da família Rego casou-se com um rapaz cujo sobrenome de família era "Barbudo".
Não deu outra: o sobrenome da moça ficou "do Rego Barbudo".
Tem um casal de nomes Adolfo Penteado e Elizabeth Rego, portanto os filhos são legítimos "Rego Penteado".
E há o caso de uma mulher que, depois de casado, ficou com o nome Cármem Melo Pinto.
Um outro casal, mais discreto, preferiu manter os nomes de solteiro, mesmo após o casamento.
Ele se chama José Francisco Pinto e ela, Maria José Brochado.
Na cidade de Mogi das Cruzes, uma das maiores colônias japonesas do Brasil, um casamento entre duas famílias tradicionais acabou se tornando em motivo de piada.
A moça se chamava Mitiko Kudo e o seu noivo, Jorge Endo.
Na euforia do casamento, esqueceram que o nome que seria adotado pela futura Sra. Endo traria sérios dissabores para a mesma.
Esqueceram e o nome da moça acabou ficando assim: Mitiko Kudo Endo.
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