Meus amigos que detestam dirigir certamente irão usar. Mas o bom mesmo é para os que adoram uma cervejinha.
O endereço é este aqui.
NADA MAIS DEMOCRÁTICO NESTE MUNDO, DO QUE A POBREZA.

Veja onde está o leitor de código de barras. Primeiro, os supermercados fazem um lobby para eliminar a exigência do preço no produto e conseguem. Depois, não se sentem na obrigação de colocar preço em todos os expositores, que ninguém é de ferro. Aí, colocam o leitor de código de barras que é para o freguês não ficar enchendo o saco perguntando o preço dos produtos. E de repente, vc encontra um carrinho de carga bem na frente do leitor. E vc olha em volta e não vê encarregado, gerente de seção, gerente geral, nada. Ninguém. Tá todo mundo ocupado fazendo não sei o que não sei onde. Imagina, ter que ficar no salão da loja! E depois, é uma das maiores redes de hipermercados do país. Aí, falam que o Brasil é uma enorme teta e ninguém concorda. Mas olha aí... Nem precisa trabalhar, cadê o povo? Cadê o serviço?
Há um nítido mau-caratismo na maneira com que as pessoas interpretam as coisas.
Na volta do dentista hoje, estava no metrô quando notei que uma garota dos seus cinco ou seis anos, enquanto a mãe conversava animadamente olhando para o outro lado, abocanhava o corrimão do vagão, como se chupasse um sorvete de baunilha. Preocupado, porque corrimão de metrô é igual pia de água benta na igreja, ou seja, todo mundo mete a mão - fiz sinal para ela tirar a boquinha dali. A princípio, ela atendeu. Mas de repente, voltou a colocar. A mãe, continuava na conversa animada e nem dava bola para a menina. (aliás, é assim que acontecem as mais incríveis tragédias com crianças) De novo, fiz sinal, com cara de bravo para ela tirar a boca dali. Ela me olhou desafiadora. Realmente tirou a boca daquele metal cromado seboso. Mas para meu espanto e indignação, ela olhava para mim, passava a mão no corrimão, colocava a língua para fora e passava a mão na língua, sob meu protesto, meus gestos desesperados para que ela não fizesse aquilo. E a mãe, numa conversa animadísssima, olhando para o outro lado. Em poucos minutos, o trem passou por mais estações, lotou e eu não vi mais a garotinha. Dessa maneira, pude refletir sobre o que acontecera. Aquela menina nem fazia idéia da imundície que era aquilo em que ela punha a boca, portanto, não sentia nojo. Em não sabendo exatamente porque eu gesticulava freneticamente para ela não fazer aquilo, indignou-se com a minha interferência. Ora, um tiozinho estranho mandando em mim! deve ter pensado ela. Já chega todo mundo lá em casa mandando em mim! E desaforentamente, passava a mão no cromado ensebado do corrimão e lambia de maneira generosa, com cara de prazer. É claro que a mão deveria estar com um gosto esquisito, o prazer era de me contrariar, não há dúvida. As vezes, dá para comparar o gesto da menina, com as reações de pessoas adultas quando instadas a colaborar com algo com o que não estão colaborando. Aí é que desandam mesmo, aí é que lambem a mão. As reações humanas são, por vezes, bem mais comuns do que posssamos imaginar. Eu tenho uma prima que aos 7 ou 8 anos, adorava comer sabonete. Outro dia, numa lanchonete da Praça da Árvore, um menino de seus 4 ou 5 anos comia grandes nacos de meleca do nariz, já verde e aparentemente dura, saindo por fora do narizinho. Talvez na minha infância eu também tenha tido a minha parcela de porcalhão. E não adianta fazer como eu fiz com a garotinha. Ela reagiu tentando me contrariar. Na verdade, segundo o pediatra de meus filhos me disse uma vez, certas coisas das crianças que chocam os adultos, são ótimas para desenvolver anticorpos. Amém, doutor.
Cassandra era filha de Príamo, Rei de Tróia. Uma mulher cuja beleza impressionou o deus Apolo, que a pediu em casamento. Como dote, a donzela recebeu o dom da premonição. Na véspera, Cassandra arrependeu-se e não quis mais casar. Apolo, irado, percebeu que 'palavra de rei não volta atrás' e não podia cancelar o dote presenteado. Cassandra ficaria com o dom para sempre. Ardiloso, Apolo manteve realmente o dom, mas colocou uma condição: a de que ninguém iria acreditar em suas previsões. Assim foi com a invasão e derrota de Tróia. Ela implorou a Príamo para que não aceitasse o presente do cavalo de madeira proveniente dos gregos. Tudo o que ela previu na vida, teve o descrédito dos interessados, para seu desespero. Estava consumada a vingança de Apolo.
Taxista de NY devolve US$ 21 mil a passageira italiana

Um homem entrou numa agência bancária, dirigiu-se ao caixa e disse à moça:
- Eu quero abrir uma porra de uma conta nessa merda desse banco.
A moça do caixa, totalmente atônita, respondeu:
- O senhor me perdoe, mas eu acho que não entendi direito.
O que o senhor disse? Poderia repetir, por favor?
- Vê se ouve dessa vez, cacete! Eu disse que quero abrir uma porra de uma conta nessa merda de banco !
Ela pediu licença e dirigiu-se ao gerente, para informá-lo da situação francamente desagradável.
Ele concordou que ela não era obrigada a ouvir palavreado tão chulo.
O gerente se dirigiu, junto com ela, ao caixa e falou:
- Senhor, o que está ocorrendo? Algum problema?
- Não tem merda de problema nenhum, porra! Eu acabei de ganhar R$ 58 milhões na mega-sena e quero abrir uma porra de uma conta nessa merda de banco!
e o gerente:
- Sei, sei, entendo.... e essa vagabunda está lhe dificultando...???!!!

As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante, você fazer algo por alguém , e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
" É elegante o silêncio, diante de uma rejeição... "
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do Gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza,.atitudes gentis falam mais que mil imagens...
...Abrir a porta para alguém...é muito elegante (Será q ainda existem homens assim?)... .
..Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante...
...Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
...Oferecer ajuda...é muito elegante... .
..Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:
é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.
nos autos nº 124/03 - 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas/TO:
Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional).
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém. Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário.
Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia. Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade. Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir. Simplesmente mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.
Expeçam-se os alvarás. Intimem-se.
Rafael Gonçalves de Paula
Juiz de Direito
Errar é humano e perdoar é divino.
Centro
Sé (República, Brás, Bom Retiro, Aclimação, Consolação, Santa Cecília, Liberdade, Cambuci, Bela Vista)
Praça da República, 150 - Centro
Cep 01045-000
Telefone: 3259-9282 Fax: 3259-8016
Celular de Plantão: 7283-6593 / 9617-6041
Conselheiros:
Aldeni Nonato Silva
Enides de Souza Lima
Genaro Ferreiro de Lima
Maria de Fátima Lopes Pereira
Regina de Andrade Souza
O Alô, Vida!, programa de atendimento telefônico da Fundação Orsa em parceria com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads), ganha maior alcance e passa a atender gratuitamente pelo 0800 9701170. "Criado em 2004 com o nome Disque-Deficiência, o programa encaminhava pessoas com deficiência para serviços especializados. Com a parceria da Seads, o leque ampliou e passou a atender casos de violência contra crianças e adolescentes, e até de adoção de crianças e jovens", explica Margarete Nicoletti, diretora da Proteção Básica da Seads.
O atendimento diário (das 8h30 às 17h30) é feito por profissionais qualificados direcionado para atender crianças, adolescentes, pais, profissionais e comunidade em geral, sempre de modo sigiloso. As orientações são dadas conforme a demanda de cada caso, com base nas informações contidas em um banco de dados exclusivo com o cadastro de diversos serviços.
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