segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Macete


Se você estiver presa(o) num congestionamento e tiver certeza de que não vai conseguir sair dele a tempo de evitar o horário do rodízio, ligue para 156, identifique-se, dê a placa do seu carro, o local onde está e informe o operador da sua dificuldade. Ele irá anotar (e gravar) os dados e lhe passará um número de protocolo. Anote-o. Se você receber uma multa por ter infringido a lei do rodízio naquele dia, faça uma defesa e mencione o número do tal protocolo. A multa será cancelada!

(quem me repassou isso jura que funciona)

"A Justiça brasileira tem de ser reinventada", diz o Ministro do Supremo Joaquim Barbosa.


“O Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país”, na opinião do ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro afirma que a impunidade no Brasil é planejada e que as instituições criadas para combatê-la, na prática, são organizadas de uma forma que as tornam impotentes.

Segundo o ministro, a Polícia e o Ministério Público, apesar dos erros cometidos e de suas deficiências, cumprem o seu papel.

Já no Judiciário, afirma com acidez o integrante do STF, “a falta de transparência na tomada de decisões” e “as interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção” criam a sensação generalizada de impunidade no país.

Para finalizar as críticas feitas à instituição da qual é integrante, Joaquim Barbosa afirma que o Judiciário precisa ser reinventado “para ser minimamente eficaz”. A entrevista foi concedida à jornalista Carolina Brígido.

Leia a entrevista concedida ao jornal O Globo:

Por que aparecem a cada dia mais escândalos envolvendo políticos? A corrupção aumentou ou as investigações estão mais eficientes?

Joaquim Barbosa —
Há sim mais investigação, mais transparência na revelação dos atos de corrupção. Hoje é muito difícil que atos de corrupção permaneçam escondidos.

O senhor é descrente da política? 

Joaquim Barbosa —
Tal como é praticada no Brasil, sim. Porque a impunidade é hoje problema crucial do país. A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz.


A quais instituições o senhor se refere? 

Joaquim Barbosa —
Falo especialmente dos órgãos cuja ação seria mais competente em termos de combate à corrupção, especialmente do Judiciário. A Polícia e o Ministério Público, não obstante as suas manifestas deficiências e os seus erros e defeitos pontuais, cumprem razoavelmente o seu papel. Porém, o Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões. Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado.


Qual a opinião do senhor sobre os movimentos sociais no Brasil?

Joaquim Barbosa —
Temos um problema cultural sério: a passividade com que a sociedade assiste a práticas chocantes de corrupção. Há tendência a carnavalizar e banalizar práticas que deveriam provocar reação furiosa na população. Infelizmente, no Brasil, às vezes, assistimos à trivialização dessas práticas através de brincadeiras, chacotas, piadas. Tudo isso vem confortar a situação dos corruptos. Basta comparar a reação da sociedade brasileira em relação a certas práticas políticas com a reação em outros países da America Latina. É muito diferente.

Como deviam protestar? 

Joaquim Barbosa —
Elas deviam externar mais sua indignação.

É comum vermos protestos de estudantes diante de escândalos.

Joaquim Barbosa —
O papel dos estudantes é muito importante. Mas, paradoxalmente, quando essa indignação vem apenas de estudantes, há uma tendência generalizada de minimizar a importância dessas manifestações.

A elite pensante do país deveria se engajar mais? 

Joaquim Barbosa —
Sim. Ela deveria abandonar a clivagem ideológica e partidária que guia suas manifestações.

O próximo ano é de eleições. Que conselho daria ao eleitor?

Joaquim Barbosa —
Que pense bem, que examine o currículo, o passado, as ações das pessoas em quem vão votar.

Quando o senhor vota, sente dificuldade de escolher candidatos?

Joaquim Barbosa —
Em alguns casos, tenho dificuldade. Sou eleitor no Rio de Janeiro. Para deputado federal, não tenho dificuldade, voto há muito tempo no mesmo candidato. Para governador, para prefeito, me sinto às vezes numa saia justa. O leque dos candidatos que se apresenta não preenche os requisitos necessários, na minha opinião. Não raro isso me acontece. Não falo sobre a eleição do ano que vem, porque ainda não conheço os candidatos.

(fonte: Conjur)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Boris Casoy - o Falastrão Redimido

Errar é humano e perdoar é divino.

Boris errou, reconheceu o erro e pediu desculpas no ar.

Imagino o quão difícil foi para ele, porque tem um ego enorme e uma carreira só de sucessos.

De repente, ter que pedir desculpas a quem ele alegou desprezar, não deve ter sido fácil.

Uma dura prova.

Mas acho que ele fez a lição de casa.

Se retratou publicamente.

O fato de ser gay, não o desmerece em nada.

O fato dele pensar aquilo que disse, não desmerece a sua brilhante carreira.

Ele é um ser humano, tem seus pontos fortes e fracos.

É preciso olhar a folha de serviços do cara.

Senão, vamos jogar no lixo uma vida, em troca de uma observação infeliz, inadequada, descabida.

O linchamento moral é algo muito sério e de consequências que extrapolam em demasia a razoabilidade da punição.

No meu conceito, o Boris contribuiu muito mais com sua vida profissional do que prestou desserviço com essa fala infame que cometeu.

Ele tem seus defeitos, é claro.

Todos nós temos.

Agora, destruir a reputação de alguém por uma bobagem dita, é ignorar tudo de positivo que essa pessoa fez na vida e que não é pouco, convenhamos e a isso, eu costumo chamar de ingratidão.

É como se mandássemos fechar uma fábrica de alimentos, porque um dia, porque o controle de qualidade falhou redondamente, saiu uma unidade de comida inadequada para consumo.

A punição extrema é tão injusta quanto o ato que a gerou.

Ou então, que mandassemos para uma sentença de muitos anos de prisão, o sujeito que roubou, num momento de fraqueza, um pote de margarina no supermercado, como a dura realidade neste país por diversas vezes nos tem demonstrado.

Ninguém valorizou até agora o reconhecimento do erro e o pedido público de desculpas.

Parece que não vale.

Essa sanha assassina de destruir a imagem do Boris Casoy é tão ou mais cruel do que o comentário dele sobre os garís.

Assim, acabamos por nos igualar àquilo que mais abominamos. Mesmo sem querer, mesmo subliminarmente.

Boris foi intolerante com os garis.

Em defesa dos garís, um bando de gente intolerante para com o Boris.

A lei de talião foi contestada por Cristo há dois mil anos.

Que atraso!

Além do mais, vejamos que os garis, depois dos comentários do Boris, continuam a sua faina diária, mesmo porque nada aconteceu.

Não há a hipótese, mesmo que remota, de um gari ter dificuldade de encontrar emprego por causa da repercussão dos comentários do jornalista.

Agora, a recíproca não é verdadeira.

A seguir com essa vontade louca das pessoas de punir mais que severamente o jornalista, Boris poderá, num futuro não muito distante, ter sérios problemas profissionais.

Eu lamento, porque muito embora seja um sujeito controverso, ele é e sempre foi muito útil à sociedade brasileira, com o seu trabalho jornalístico e faz parte da história da imprensa brasileira com uma imagem bastante positiva.


Mas como a maioria está se lixando para o fato de estarmos praticamente sepultando um talento, só me resta ponderar que esta não é a primeira, nem será a última aberração moral que nos acomete como 'justiceiros'.

Criança de Rua - Abandone essa idéia!

(avenida Ipiranga altura do no. 210 - República)

Serviço:

A Lei 8069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA institui mecanismos para a garantia, promoção e defesa dos direitos estabelecidos em seu bojo, que vão desde a apresentação dos princípios das políticas de atendimento, no artigo 86, até a especificação das diretrizes dessa política de atendimento e a criação de instrumentos de controle e participação social, como a criação dos Conselhos de Direitos e dos Conselhos Tutelares.



Em atendimento ao disposto no artigo 88 do Eca, na cidade de São Paulo, para deliberar e acompanhar as políticas públicas em prol das crianças e dos adolescentes, foi criado o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente –CMDCA/SP, instituído pela Lei nº 11.123 de 22 de novembro de 1991 e regulamentada pelo Decreto n.º 31.319/92, alterado pelo decreto n.º 44.728/04. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente da cidade de São Paulo- – CMDCA/SP tem por atribuições: - Propor, deliberar e controlar as políticas públicas do município na área da criança, adolescente e juventude.

(viaduto Nove de Julho)

CONSELHO TUTELAR

Centro

(República, Brás, Bom Retiro, Aclimação, Consolação, Santa Cecília, Liberdade, Cambuci, Bela Vista)
Praça da República, 150 - Centro
Cep 01045-000
Telefone: 3259-9282 Fax: 3259-8016
Celular de Plantão: 7283-6593 / 9617-6041

Conselheiros:
Aldeni Nonato Silva
Enides de Souza Lima

Genaro Ferreiro de Lima
Maria de Fátima Lopes Pereira
Regina de Andrade Souza

(fonte: Site da Prefeitura de SP)

Programa Alô, Vida! agora recebe ligações pelo 0800

Um dos objetivos do programa é reduzir casos de violência contra crianças e adolescentes

O Alô, Vida!, programa de atendimento telefônico da Fundação Orsa em parceria com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads), ganha maior alcance e passa a atender gratuitamente pelo 0800 9701170. "Criado em 2004 com o nome Disque-Deficiência, o programa encaminhava pessoas com deficiência para serviços especializados. Com a parceria da Seads, o leque ampliou e passou a atender casos de violência contra crianças e adolescentes, e até de adoção de crianças e jovens", explica Margarete Nicoletti, diretora da Proteção Básica da Seads.

O atendimento diário (das 8h30 às 17h30) é feito por profissionais qualificados direcionado para atender crianças, adolescentes, pais, profissionais e comunidade em geral, sempre de modo sigiloso. As orientações são dadas conforme a demanda de cada caso, com base nas informações contidas em um banco de dados exclusivo com o cadastro de diversos serviços.


Vara da Infância e da Juventude de São Paulo:

  • Rua Piratininga, 105, Brás, São Paulo, SP, Cep 03042.000
    (11) 3209-0997/3208-3563
  • Rua Aurélia, 650, Lapa, São Paulo SP, Cep 05046.000
    (11) 3673-1577
  • Rua Tabatinguera, 140, conj. 1615, Centro, Cep: 01020-001, São Paulo - SP
    (11) 606-4909
Ministério Público - Curadoria da Infância e da Juventude
- Centro de Apoio da Infância e da Juventude

Rua Riachuelo, 115, 7º andar - Centro - São Paulo (SP), CEP: 01007-904
(11) 3119-9585
comunicacao@mp.sp.gov.br

Juizado de Menores


Praça João Mendes, s/n – 3° andar
CEP 01501-001
Fones (011) 3242-0400 – ramal 1.452
Telefax (011)3106-9838

Centro de Referência da Criança e do Adolescente

Av. Brigadeiro Luiz Antônio, n° 554 – térreo
CEP 01318-000
cerca@oabsp.org.br


Forum Joao Mendes Junior Vara Infancia Juventude

(11) 3241-5151
Praça Dr. Joao Mendes, 0 - Sala 313 - SE
São Paulo - Capital

Vara Especial Infancia Juventude SOS Crianca

(11) 3209-0997
Rua Piratininga, 85 - Bras
São Paulo - Capital

Vara Especial Infancia Juventude SOS Crianca 4. Oficio

(11) 3207-8146
Rua Piratininga, 85 - Bras
São Paulo - Capital
________________________________________________________

(é importante salientar que nesses dois endereços destacados aqui - Viaduto 9 de Julho e Av. Ipiranga - as fotos não foram de situações fortuitas de 'pouso' ocasional de crianças: são dois pontos de 'pernoite' permanentes. Ou seja, quase todo dia- ou noite - poderemos ver crianças dormindo ali )

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Retire as pessoas sensíveis de frente do pc













Os anjos são as mulheres. Ai, meu Deus!


Estive participando nestes ultimos dias ativamente de umas comunidades muito loucas no Orkut. Numa delas, correm soltas discussões do tipo "sexo dos anjos" onde as pessoas mais treinam retórica e testam suas argumentações do que realmente desejam chegar a um denominador comum.


1.- A primeira discussão é sobre a existência de discos voadores, de formas de vida inteligente extraterrestre vindo visitar a gente aqui. Aí eu me manifestei do jeito que eu penso mesmo: "-Não acredito de jeito nenhum em extraterrestres e farei questão de dizer isso pessoalmente a um deles, se, por acaso, encontrá-lo."

2.- A segunda é sobre o Natal. Jesus não deve ter nascido no dia 25 de Dezembro, data em que, não sei se todos sabem, é usada para comemorar o seu nascimento. Aí, para tentar resumir a compreensão do que estava acontecendo, médium que sou, deixei-me incorporar do espírito de Einstein e elaborei uma pequena e genial equação com a seguinte estrutura:

a) Sabemos:

1.- Cristo não nasceu no dia 25 de Dezembro

b) Não sabemos:

1.- que dia Cristo nasceu.


a1+b1= foda-se


3.- A terceira é sobre o proprietário do estabelecimento. As pessoas discutem sobre a existência ou não de Deus. Adaptei o raciocínio anterior a este e deu nisso, oh:

a) Os crentes têm convicção de que Deus existe.

1.- Mas não conseguem provar.

b) Os descrentes têm convicção de que Deus não existe.

1.- Mas não conseguem provar.

portanto:

a1+b1= foda-se.

Nesse interregno, um membro da comunidade, ateu, foi instado a provar que Deus não existe, mandando bala na defesa: "-O ônus da prova é de quem afirma!" Aproveitei a deixa e de novo, coloquei a genialidade do pai Einstein na roda e muito inspirado, copiei com adaptações, de novo:

"O ônus da prova é de quem afirma"

a) Ateus:

1.- afirmam que Deus não existe.

b) Crentes

1 - Afirmam que Deus existe.

a1+b1= foda-se (os dois lados não provam coisa nenhuma)

Apesar disso e para provar que as pessoas escrevem como terapia, quilos equilos de papo furado foram jogados no fórum. Uns, provando cabalmente que Deus existe. E outros, dando sérios motivos para concluirmos que Deus é uma invenção humana. Eu, particularmente, não acredito em Deus, graças a Deus!


(perdão, meu Pai, porque eu perco o reino dos céus, mas não perco a piada)

domingo, 27 de setembro de 2009

E-mail enganoso baseado em matéria antiga e mau atendimento detonam Saúde em São Paulo

Este texto é baseado em e-mail que circula pela Internet e reproduz conteúdo de matéria publicada em maio deste ano no Terra.

Hospital do Homem

O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 2 milhões na compra de equipamentos de ultrassom, urologia, litotripsia (que destrói o cálculo renal através de ondas de impacto)..
O Hospital do Homem ocupa uma área de 1,1 mil m².

A unidade reune especialidades médicas como andrologia, patologias da próstata e urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade (check-up) e de ensino e pesquisa.

O departamento de patologias da próstata é dividido em dois setores: diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus) e prevenção do HIV e HPV; e tumores (câncer e hiperplasia benigna da próstata).

Já na área de urologia, o Centro conta com profissionais de nefrourologia (hipertensão renovascular e transplante renal), endocrinourologia, neurourulogia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e urologias geriátrica e plástica.

AJUDE A DIVULGAR, POIS POR DESCONHECER OS SERVIÇOS, O USO TEM SIDO PEQUENO E NÃO JUSTIFICA O INVESTIMENTO

O Hospital do Homem funciona onde é o Hospital Brigadeiro.
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2.651 - Jd. Paulista - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3289-2421
Fax: (11) 3284-8650

fonte: Terra

AO ACESSAR A MATÉRIA NO TERRA, VIDE OS COMENTÁRIOS.

é um filme de terror.

Será que o governador José Serra sabe disso? Pelo pouco que conheço dele, tenho certeza de que não.